agrícola

A v i a ç ã o  A g r í c o l a

É um serviço especializado, regulamentado pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento e pelo Ministério da Defesa – ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

A aplicação de defensivos, uréia granulada, semeadura de pastagens e coberturas, reflorestamento, povoamento de lagos e rios com peixes, o auxílio à saúde pública no combate a doenças endêmicas, entre diversas outras atividades, fazem do avião agrícola uma importante ferramenta na prestação de serviços.

No Brasil, a Aviação Agrícola iniciou-se em 1947, devido ao ataque de uma praga de gafanhotos na região de Pelotas, Rio Grande do Sul, onde foi realizado o primeiro vôo agrícola no País no dia 19 de agosto daquele ano, com a Aeronave MUNIZ, modelo M-9, bi-plano de fabricação nacional, prefixo GAP, monomotor de 190 HP, autonomia de vôo de 4 horas, equipada com depósito metálico, constituído em dois compartimentos em forma de moéga e dosador próprio, controlado pelo piloto com capacidade de carga de aproximadamente 100 kg, tendo ainda o apoio técnico do Engenheiro Agrônomo Leôncio Fontelles, na aplicação de BHC.

Este dia foi instituído como o Dia Nacional da Aviação Agrícola, e o piloto civil Clóvis Candiota, que realizou o voo, é considerado o Patrono da Aviação Agrícola.

Atualmente, no Brasil existem cerca de 1.500 aviões agrícolas em operação. O mercado potencial para essas aeronaves é de 10.000 unidades. Esse potencial de mercado leva em consideração somente as áreas agrícolas atualmente exploradas e não levam em consideração ainda as áreas com possibilidades de exploração. Por exemplo, o Estado do Mato Grosso ainda tem aproximadamente 60% do potencial de áreas agrícolas para serem exploradas pelas extensivas culturas da soja e do algodão.

Poderemos observar nos próximos anos um grande desenvolvimento de novas tecnologias na área de aplicação com aeronaves agrícolas no Brasil. Empresas fabricantes de aviões agrícolas e equipamentos do Brasil e de outros países estarão, nos próximos anos, buscando esse grande mercado potencial da aviação agrícola no Brasil que existe ainda a ser conquistado.

A t i v i d a d e s  E x e r c i d a s  p e l a  A v i a ç ã o  A g r í c o l a

  • Emprego de defensivos agrícolas, sólidos e líquidos;
  • Emprego de fertilizantes;
  • Semeadura;
  • Povoamento de águas;
  • Combate a incêndios;
  • Combate a vetores;
  • Nucleação de nuvens e outros.

(fonte: ww.agrolink.com.br)

(fonte: www.anac.gov.br)


E n t i d a d e s

ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil

SINDAG – Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola

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